Olá, amiguinho! Hoje se comemora o Dia do Imigrante, quando
pessoas que deixaram seu país de origem
indo morar em outro, são
homenageadas.
No Brasil existem muitos imigrantes.
Na região Sul, italianos, alemães, poloneses e ucranianos, entre outros, povoaram as áreas serranas e os vales dos rios.
Os Portugueses se estabeleceram em São Paulo.
Em 1908 muitos japoneses chegaram no Brasil pois o Japão enfrentava sérios problemas econômicos.
Clique aqui para imprimir e pintar seu desenho do Dia do Imigrante!
Curso Jornada Pedagógica 2012
segunda-feira, 25 de junho de 2012
terça-feira, 22 de maio de 2012
Dia do Apicultor
O apicultor é quem cria abelhas melíferas (produtoras de mel). Essa
prática remonta ao ano de 2.400 a.C., no antigo Egito. A importância do
mel para a humanidade é indiscutível, pois é o adoçante mais antigo de
que se tem notícia.
Com o sistema de caixilhos removíveis, feitos de madeira e onde as abelhas constroem os favos, o apicultor pode acompanhar o trabalho das abelhas e protegê-las contra doenças ou inimigos.
Existem outros acessórios que facilitam o trabalho dos apicultores, como véu de proteção para o rosto, luvas de couro, fumegador (instrumento utilizado para fazer fumaça) para acalmar as abelhas.
O mel é produzido a partir das flores existentes ao redor da colméia. Você já deve ter ouvido falar de Mel de Laranjeira, pois bem são feitos a partir das flores dos pés de laranja! Na colméia, o néctar trazido pelas abelhas campeiras vai ser transformado em mel, com um sabor e características especiais de acordo com as flores visitadas.
A apicultura tem alguns objetivos principais: produção de mel, de geléia real, de cera, de rainhas novas para as colméias, de própolis.
As abelhas são insetos sociais altamente organizados. Para saber mais sobre abelhas, clique aqui e confira nosso Especial de Abelhas!
Com o sistema de caixilhos removíveis, feitos de madeira e onde as abelhas constroem os favos, o apicultor pode acompanhar o trabalho das abelhas e protegê-las contra doenças ou inimigos.
Existem outros acessórios que facilitam o trabalho dos apicultores, como véu de proteção para o rosto, luvas de couro, fumegador (instrumento utilizado para fazer fumaça) para acalmar as abelhas.
O mel é produzido a partir das flores existentes ao redor da colméia. Você já deve ter ouvido falar de Mel de Laranjeira, pois bem são feitos a partir das flores dos pés de laranja! Na colméia, o néctar trazido pelas abelhas campeiras vai ser transformado em mel, com um sabor e características especiais de acordo com as flores visitadas.
A apicultura tem alguns objetivos principais: produção de mel, de geléia real, de cera, de rainhas novas para as colméias, de própolis.
As abelhas são insetos sociais altamente organizados. Para saber mais sobre abelhas, clique aqui e confira nosso Especial de Abelhas!
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Ontem comemoramos
Dia do Automóvel
13 de Maio é o Dia do Automóvel, e a Mundomax vai preparar uma série de artigos voltados para o dia nacional do 2º melhor amigo do “homem”, o Carro. Daqui
até o dia 13, colocaremos nossos neurônios para trabalhar em cima de
tudo o que envolve o Automóvel. Daremos dicas de acessórios, cuidados
com seu carro, dicas de uso…
E para começar a série, nada melhor do que contar a história do Automóvel, certo? Vamos lá:
A História do Automóvel
Assim, não há na história deste planeta
um Dia Exato da invenção do automóvel. Porém, uma boa parte dos
historiadores consideram como o “1º Automóvel”, um veículo construído
por Joseph Cugnot, em 1771. Tinha três rodas e era movido a vapor (Foto
ao lado). Atingia a singular velocidade de 3,5 Km/h. Porém, foi em 1889,
em que os alemães Karl Benz e Gottlieb Daimler, construíram aquele que é
considerado o primeiro carro moderno: um automóvel movido a gasolina,
já preparado para ser comercializado.
No entanto, a popularização do automóvel
só aconteceu em 1908, quando o norte-americano Henry Ford desenvolveu o
famoso Ford T, chamado de “Fordinho” (imagem abaixo), que apresentava
um custo muito mais reduzido, devido à concepção da linha de montagem
idealizada por Ford. O que consequentemente resultou em 250 mil unidades
vendidas, em apenas cinco anos, mais do que todos os carros que
circulavam antes da sua invenção. Aliás. foi esse o modelo que serviu de
base à criação dos atuais automóveis.
Utilizada até hoje, a linha de montagem
funciona de maneira a economizar tempo e, consequentemente, reduzir o
custo do produto final. Cada funcionário, ou um grupo deles, é
responsável pela instalação de uma das partes do veículo, que segue na
“linha” até outro grupo, responsável por outra parte, e
assim sucessivamente, até que o carro fique completo.
A partir daí, o automóvel ganhou
definitivamente as ruas, onde várias marcas e modelos disputam a atenção
do consumidor. Algumas delas entraram para sempre na história do
automóvel. O Volkswagen, ou seja, “carro do povo”, o Citroën 2Cv e o
Fiat 600 são exemplos de carros que atingiram enorme popularidade, com
fãs-clubes em todo o mundo.
no último dia 12 comemoramos
DIA MUNDIAL DA ENFERMEIRA
Quanto carinho e dedicação!Sempre atentos e cuidadosos com seus pacientes! As enfermeiras e enfermeiros além de assistirem e cuidarem da saúde das pessoas, estão sempre logo ao lado com uma mensagem de conforto e carinho. Nos dão apoio, contam histórias e freqüentemente nos presenteiam com grande sorriso!
Hoje sabemos que todo hospital deve contar com um corpo médico e de enfermagem de excelência. Médicos e enfermeiros trabalham lado a lado, um depende do trabalho do outro por isto é muito importante que estejam em sintonia para o sucesso da equipe!
Em 1938, Getúlio Vargas, assinou o decreto nº 2.956, que instituía o "Dia do Enfermeiro", a ser celebrado a 12 de maio, devendo nesta data ser prestadas homenagens especiais à memória de Ana Neri, em todos os hospitais e escolas de enfermagem do País. Ana Justina Ferreira Neri foi a pioneira brasileira da enfermagem.
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Dia das Comunicações Sociais
Coincidindo com uma data relacionada à comunicação, apenas damos mais ênfase ao desenvolvimento das comunicações, para encurtar distâncias entre as pessoas.
10 de Maio - Dia da Cozinheira
O dia da cozinheira merece muita bagunça na cozinha e muitos abraços na cozinheira(o). Quem não gosta de comer uma comida gotosa e desfrutar o sabor de cada alimento? Temperos como salsinha, cebolinha, manjericão e coentro fazem a comida ficar ainda mais saborosa, mas nada como uma pitada de amor e carinho para a refeição ficar guardada no coração.
Para uma vida saudável é fundamental manter uma alimentação equilibrada, com frutas, legumes, grãos, proteínas, gorduras e carboidratos. Desta forma teremos todas as vitaminas e sais minerais necessário para manter nosso corpo e mente saudáveis.
Para saber mais sobre Nutrição clique aqui e visite nosso especial!
Não perca também nossos especiais sobre frutas e legumes!
Que tal agora preparamos um bolo para a nossa cozinheira(o), clique aqui e veja como é fácil preparar!
Dia da Cavalaria
O surgimento da guerra como choque de vontades determinou aos homens incansável busca
por lutar com superioridade. Os guerreiros de outrora perceberam,
enfim, a importância da situação em que se devia combater: criaram-se
plataformas móveis e foram feitas associações aos animais de maior
porte, obtendo-se, desse modo, decisiva vantagem em mobilidade e poder
de choque. Tal avanço, em sânscrito, foi denominado “akva”, origem da
palavra “cavalaria”.
O caballus, palavra do latim, foi o animal que melhor encarnou essa forma de combater.
Inicialmente empregado em carros de guerra ou bigas no Egito, Suméria e Roma, somente com sua montaria, em simbiose única na Natureza, gerou-se o mais formidável conjunto da História, sob o comando do Cavaleiro, monarca dos horizontes largos e desconhecidos.
A velocidade dos corcéis transformou a percepção humana do tempo e do espaço, expandiu consciências e, sob a égide equestre, uma plêiade de chefes militares fez impérios florescerem e ruírem: Alexandre Magno, Aníbal, Júlio César, Átila, Gengis Khan, Carlos Magno, Frederico II e Napoleão.
Frederico II e Napoleão, de modo especial, empregaram magistralmente a Cavalaria, modulando suas missões clássicas de “reconhecer, cobrir, retardar, envolver e perseguir” consolidando-a, assim, como a Arma da Decisão.
No Brasil, as origens da Cavalaria ligam-se à organização do Regimento de Dragões Auxiliares, em Pernambuco, ao término da resistência contra os holandeses em Pernambuco, em meados do século XVII.
Após a Independência, a Cavalaria Imperial produziu líderes de indiscutível valor, sintetizados na figura genial e eletrizante do digno patrono da Arma: Marechal Manuel Luis Osório – Marquês do Herval.
O “Legendário” nasceu no seio de humilde família, a 10 de maio de 1808, na Vila de Nossa Senhora da Conceição do Arroio, Província do Rio Grande.
Esse local, no atual município de Tramandaí (RS), é hoje preservado como Parque Histórico, guardando, também, os despojos do Marechal.
Osório assentou praça na Cavalaria da Legião de São Paulo, aos quinze anos incompletos e teve seu batismo de fogo a 13 de maio de 1823, nos embates de consolidação da Independência.
Ainda alferes, durante a Guerra Cisplatina (1825-28), rompeu, de forma espetacular e audaz, o cerco inimigo em Sarandi (1825).
Na Guerra contra Oribe e Rosas (1851-52), à frente do 2º Regimento de Cavalaria Ligeira, desempenhou importante papel em Monte Caseros (1852), sendo promovido a coronel por merecimento.
Intitulado “A Lança do Império”, consagrou-se na Guerra da Tríplice Aliança (1865-70), inicialmente como Comandante em Chefe das Forças de Terra, comandando o III Corpo de Exército e o I Exército na fase final.
Sobressaiu-se, particularmente, nas batalhas de Passo da Pátria (1866), sendo o primeiro soldado em solo paraguaio e Tuiuti (1866), maior embate campal da América do Sul.
Também combateu em Humaitá e Avaí (1868), quando, atingido no rosto, envolve-se em um poncho e percorre as linhas a galope, bradando: “Carreguem, camaradas! Acabem com este resto!”.
Herói, à frente de heroicos cavalarianos como Menna Barreto e Andrade Neves!
Liderança incomum que magnetizava os soldados, mesmo argentinos e uruguaios. Modéstia e generosidade que cativava a todos, multiplicando sua bravura pelos campos onde se fazia presente.
Em tempo de paz, Osório desempenhou, ainda, profícua carreira política como Senador e Ministro da Guerra, vindo a falecer em pleno exercício desta função, no Rio de Janeiro, em 4 de outubro de 1879, aos setenta e um anos.
Tão grandiosos feitos militares, políticos e exemplos de conduta afirmam-no como modelo de soldado, líder, cavalariano e cidadão, alçando-o ao domínio da lenda, não obstante seu sincero desprendimento.
A inexorável evolução bélica, com os adventos da metralhadora (1893) e do carro blindado (1916), substituiu o cavalo por este como meio de combate.
Desde a Segunda Guerra Mundial (1939-45) até as atuais guerras de movimento, não lineares, os blindados, síntese da ação de choque, proporcionada pela mobilidade, proteção e potência de fogo, reafirmam-se como senhores absolutos dos campos de batalha modernos.
A Cavalaria Brasileira, quer Hipomóvel, Mecanizada ou Blindada, inspirada pelo natalício do seu Patrono, o insigne Osório, renova hoje o compromisso com o passado de glórias e o futuro de desafios, impelida pelo mesmo espírito cavaleiro do “Bravo dos Bravos”, com tudo o que ele compreende de decisão, lealdade e nobreza de atitudes.
O caballus, palavra do latim, foi o animal que melhor encarnou essa forma de combater.
Inicialmente empregado em carros de guerra ou bigas no Egito, Suméria e Roma, somente com sua montaria, em simbiose única na Natureza, gerou-se o mais formidável conjunto da História, sob o comando do Cavaleiro, monarca dos horizontes largos e desconhecidos.
A velocidade dos corcéis transformou a percepção humana do tempo e do espaço, expandiu consciências e, sob a égide equestre, uma plêiade de chefes militares fez impérios florescerem e ruírem: Alexandre Magno, Aníbal, Júlio César, Átila, Gengis Khan, Carlos Magno, Frederico II e Napoleão.
Frederico II e Napoleão, de modo especial, empregaram magistralmente a Cavalaria, modulando suas missões clássicas de “reconhecer, cobrir, retardar, envolver e perseguir” consolidando-a, assim, como a Arma da Decisão.
No Brasil, as origens da Cavalaria ligam-se à organização do Regimento de Dragões Auxiliares, em Pernambuco, ao término da resistência contra os holandeses em Pernambuco, em meados do século XVII.
Após a Independência, a Cavalaria Imperial produziu líderes de indiscutível valor, sintetizados na figura genial e eletrizante do digno patrono da Arma: Marechal Manuel Luis Osório – Marquês do Herval.
O “Legendário” nasceu no seio de humilde família, a 10 de maio de 1808, na Vila de Nossa Senhora da Conceição do Arroio, Província do Rio Grande.
Esse local, no atual município de Tramandaí (RS), é hoje preservado como Parque Histórico, guardando, também, os despojos do Marechal.
Osório assentou praça na Cavalaria da Legião de São Paulo, aos quinze anos incompletos e teve seu batismo de fogo a 13 de maio de 1823, nos embates de consolidação da Independência.
Ainda alferes, durante a Guerra Cisplatina (1825-28), rompeu, de forma espetacular e audaz, o cerco inimigo em Sarandi (1825).
Na Guerra contra Oribe e Rosas (1851-52), à frente do 2º Regimento de Cavalaria Ligeira, desempenhou importante papel em Monte Caseros (1852), sendo promovido a coronel por merecimento.
Intitulado “A Lança do Império”, consagrou-se na Guerra da Tríplice Aliança (1865-70), inicialmente como Comandante em Chefe das Forças de Terra, comandando o III Corpo de Exército e o I Exército na fase final.
Sobressaiu-se, particularmente, nas batalhas de Passo da Pátria (1866), sendo o primeiro soldado em solo paraguaio e Tuiuti (1866), maior embate campal da América do Sul.
Também combateu em Humaitá e Avaí (1868), quando, atingido no rosto, envolve-se em um poncho e percorre as linhas a galope, bradando: “Carreguem, camaradas! Acabem com este resto!”.
Herói, à frente de heroicos cavalarianos como Menna Barreto e Andrade Neves!
Liderança incomum que magnetizava os soldados, mesmo argentinos e uruguaios. Modéstia e generosidade que cativava a todos, multiplicando sua bravura pelos campos onde se fazia presente.
Em tempo de paz, Osório desempenhou, ainda, profícua carreira política como Senador e Ministro da Guerra, vindo a falecer em pleno exercício desta função, no Rio de Janeiro, em 4 de outubro de 1879, aos setenta e um anos.
Tão grandiosos feitos militares, políticos e exemplos de conduta afirmam-no como modelo de soldado, líder, cavalariano e cidadão, alçando-o ao domínio da lenda, não obstante seu sincero desprendimento.
A inexorável evolução bélica, com os adventos da metralhadora (1893) e do carro blindado (1916), substituiu o cavalo por este como meio de combate.
Desde a Segunda Guerra Mundial (1939-45) até as atuais guerras de movimento, não lineares, os blindados, síntese da ação de choque, proporcionada pela mobilidade, proteção e potência de fogo, reafirmam-se como senhores absolutos dos campos de batalha modernos.
A Cavalaria Brasileira, quer Hipomóvel, Mecanizada ou Blindada, inspirada pelo natalício do seu Patrono, o insigne Osório, renova hoje o compromisso com o passado de glórias e o futuro de desafios, impelida pelo mesmo espírito cavaleiro do “Bravo dos Bravos”, com tudo o que ele compreende de decisão, lealdade e nobreza de atitudes.
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